"(...) assumir, erroneamente, que somente os profissionais especializados - técnicos e engenheiros de segurança, médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem do trabalho - devem atuar no gerenciamento do sistema produtivo no tocante à questão de segurança é assumir que, em última análise, estamos colocando nossa vida à mercê da consciência e da capacidade profissional de outras pessoas. Não me parece ser uma boa medida entregarmos nosso destino a profissionais supostamente habilitados e qualificados para a importante missão de que os incumbimos, com plena e irrestrita confiança pelo fato de preferirmos eximir-nos da própria responsabilidade que nos compete. Ao agirmos dessa forma, estamos no liberando de nossa porção crítica e colocando-nos como meros espectadores nos cenários atuais e das expectativas futuras de nossa organização. Isto é, se nela existirem tais profissionais."
(BARBOSA FILHO, Antonio Nunes. Segurança do trabalho & gestão ambiental. 1ª ed. 4ª reimpr. - São Paulo : Atlas, 2007, p 17)

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